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A respeito do papel da pessoa narradora ou contadora de histórias em contextos de formação de leitura, é correto afirmar que:
Atuar na mediação entre o texto e o ouvinte proporciona experiências literárias que estimulam curiosidade, imaginação e compreensão textual.
O papel do narrador deveria restringir-se a ler ou recitar o texto, sem necessidade de promover interação, reflexão ou interpretação.
A mediação do narrador não é relevante, pois a criança só desenvolve habilidades de leitura por meio da leitura silenciosa e individual.
O narrador deve fornecer apenas informações literais do texto, de forma objetiva e sem estimular questionamentos, criatividade ou interpretação pessoal.
A prática de contar histórias tem impacto apenas em contextos escolares e não influencia hábitos de leitura fora da escola.