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No enfrentamento ao bullying e à violência escolar, a Psicologia Escolar propõe uma atuação preventiva e relacional, baseada na compreensão sistêmica das interações escolares.
Sobre essa atuação, é correto afirmar que:
A prevenção ao bullying requer a construção de uma cultura escolar de respeito, diálogo e corresponsabilidade, com práticas educativas que promovam empatia, regulação emocional e resolução pacífica de conflitos.
As ações de combate ao bullying devem priorizar punições imediatas aos agressores, a fim de reduzir a reincidência e reafirmar a autoridade escolar.
O papel do psicólogo é investigar e identificar os alunos responsáveis pelas agressões, elaborando relatórios individuais para encaminhamento jurídico.
A violência escolar é um fenômeno exclusivamente disciplinar, devendo ser tratada por meio de regras e sanções institucionais, sem necessidade de mediação psicológica.
O psicólogo deve restringir-se à escuta dos alunos vítimas, evitando intervir nas relações entre colegas ou nas práticas institucionais.