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De acordo com Bock, Furtado e Teixeira (2019), a Psicologia Escolar contemporânea deve compreender os fenômenos escolares de forma ampla, superando concepções individualizantes e considerando os aspectos históricos, institucionais e sociais que atravessam o processo educativo.
Nessa perspectiva, a prevenção das dificuldades escolares pressupõe uma atuação crítica que considera as dimensões institucionais, pedagógicas e sociais do processo educativo.
Sobre essa atuação, é correto afirmar que:
O principal objetivo da prevenção é detectar precocemente alunos com baixo rendimento e encaminhá-los a serviços especializados fora da escola.
A prevenção deve envolver ações coletivas de orientação, escuta e formação continuada com professores e famílias, buscando identificar e transformar fatores institucionais que produzem o fracasso escolar.
As ações preventivas se limitam à aplicação de programas de reforço escolar individualizados, desvinculados do projeto pedagógico.
O psicólogo deve atuar apenas após o surgimento de dificuldades concretas, evitando intervenções precoces que possam gerar resistência institucional.
A prevenção deve concentrar-se em aspectos cognitivos e avaliativos, desconsiderando fatores emocionais e relacionais presentes no contexto escolar.