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Em uma instituição de ensino pública, a secretaria escolar foi integrada a uma nova plataforma online de gestão educacional disponibilizada pelo sistema estadual, com funcionalidades voltadas à matrícula digital, emissão de documentos, comunicação com famílias e acompanhamento pedagógico. Observou-se, contudo, que a adoção do sistema provocou inseguranças operacionais e resistências entre os servidores, em razão do desconhecimento de algumas funcionalidades e da ausência de protocolos de uso coletivo.
Diante do cenário apresentado, e considerando os princípios de racionalidade administrativa, formação continuada e justiça informacional no âmbito da escola pública, a conduta institucional adequada seria:
promover espaços coletivos de letramento digital crítico, vinculando o uso da plataforma à construção de práticas colaborativas e normativas internas que respeitem a heterogeneidade dos usuários e assegurem o sentido pedagógico dos dados mobilizados.
designar servidores com maior familiaridade tecnológica como responsáveis exclusivos pela alimentação do sistema, delegando a eles a mediação entre a gestão escolar e a plataforma digital.
encaminhar aos servidores manuais de uso e cronogramas de execução, garantindo a padronização das ações e a responsabilização direta de cada funcionário por seu desempenho frente às metas estabelecidas.
instituir rotinas operacionais automatizadas e focadas na extração de relatórios, priorizando a consolidação de dados estatísticos em detrimento da interpretação pedagógica dos registros lançados no sistema.