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Durante uma reunião pedagógica, a equipe da Escola Nova Esperança discutia a implementação de uma nova abordagem de avaliação, baseada não apenas em notas, mas também em competências socioemocionais, atitudes éticas e morais dos alunos. Um dos professores sugeriu que o desempenho estudantil fosse avaliado levando em conta a capacidade de trabalho em grupo, respeito às regras de convivência, solidariedade e responsabilidade pessoal. Outro professor, no entanto, alertou que critérios subjetivos poderiam gerar injustiças e comparações inadequadas entre alunos.
Considerando os princípios de uma avaliação educativa justa, formativa e ética, assinale a alternativa que melhor reflete a prática mais adequada:
Incorporar critérios de competências éticas e morais na avaliação, garantindo transparência, critérios claros e orientações prévias aos alunos, sem substituir os aspectos acadêmicos.
Permitir que os próprios alunos definam seus critérios de avaliação moral e ética, sem interferência dos professores, para promover autonomia total.
Comparar os alunos entre si quanto ao comportamento ético e moral, criando rankings de conduta que incentivem a competição positiva.
Avaliar exclusivamente o desempenho acadêmico mensurável, como provas e trabalhos escritos, evitando critérios subjetivos relacionados à ética ou moral.