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Vigotski (1997) afirmou que "um ponto do sistema Braille fez mais pelo cego que mil obras de caridade". A partir de 1825, quando o jovem francês Louis Braille (1809-1852) desenvolveu o sistema de leitura e escrita em relevo com seis pontos, as pessoas cegas passaram a ter acesso efetivo ao conhecimento e à educação formal. Esse avanço contribuiu para a consolidação da inclusão educacional e para ampliar as possibilidades de inserção e permanência no mercado de trabalho.
Fonte: CAMARGO, Eder Pires de. Inclusão social, educação inclusiva e educação especial: enlaces e desenlaces. Ciência & Educação (Bauru), v. 23, p. 1-6, 2017.
Diante do texto, é possível AFIRMAR que:
O sistema Braille promoveu a inclusão das pessoas cegas no universo da leitura e da escrita, garantindo-lhes maior autonomia e acesso ao conhecimento.
A escrita em Braille substituiu completamente os demais recursos de acessibilidade para pessoas com deficiência visual.
O sistema Braille foi criado apenas como um código matemático, sem relação com a alfabetização das pessoas cegas.
A criação do sistema Braille teve pouca relevância para a educação e inclusão social das pessoas com deficiência visual.