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Nas práticas pedagógicas voltadas à inclusão de crianças da Educação Infantil e estudantes do Ensino Fundamental, a efetivação da participação exige intervenções que considerem os múltiplos modos de ser e aprender, o que implica reconhecer que:
A atuação do professor de apoio deve priorizar a regulação dos comportamentos inadequados, contribuindo para o desenvolvimento de padrões funcionais mínimos que permitam o engajamento do educando nas dinâmicas escolares e nos espaços coletivos da instituição.
As intervenções pedagógicas devem ajustar-se ao tempo didático da turma, garantindo que os estudantes com deficiência acompanhem o conteúdo curricular previsto para a etapa escolar, com o apoio pontual de mediadores em atividades com maior complexidade.
O desenvolvimento da autonomia do educando está diretamente vinculado à capacidade de cumprir de forma independente as tarefas previstas, sendo o papel do AEE (Atendimento Educacional Especializado) organizar procedimentos para que essa independência seja alcançada gradualmente por repetição orientada.
As estratégias de mediação devem ser planejadas a partir da observação cuidadosa das interações e da escuta ativa dos sujeitos, de modo a favorecer experiências significativas que estimulem a iniciativa, a cooperação e o exercício da autonomia desde as primeiras etapas da escolarização.