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Ao discutirem a alfabetização digital, Coll e Illera (in Coll e Monereo, 2010) abordam o ponto de vista semiótico.
Para os autores, nesse contexto em específico, a novidade e o interesse das tecnologias da informação e da comunicação (TICs) residem no fato de que elas permitem
compensar as deficiências mais estruturais de escolas distantes dos grandes centros urbanos, tornando acessível um ambiente virtual rico pedagógica e esteticamente.
estender o horário de trabalho do professor indiretamente, oferecendo atividades assíncronas para o estudante, mas que exigem dedicação extra do docente.
entreter os alunos das novas gerações diante do seu crescente desinteresse por conteúdos e métodos tradicionais de ensino, aumentando as interações lúdicas.
integrar os sistemas que já conhecemos, criando ambientes simbólicos que abrem novas possibilidades para representar, processar e difundir a informação.
valorizar o conhecimento prévio do aluno, que já chega alfabetizado digitalmente, reconhecendo que a educação midiática na era digital acontece fora da escola.