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Durante a organização do plano de atendimento individualizado de uma estudante com visão subnormal, matriculada no 6º ano do Ensino Fundamental, o professor de Atendimento Educacional Especializado (AEE) percebe que, apesar de a aluna apresentar resquícios de visão funcional, seu rendimento nas atividades escritas está abaixo do esperado. Após avaliação funcional da visão realizada por equipe multiprofissional, foi indicado o uso de recursos didáticos ampliados, associados a auxílios ópticos. Com base nesse cenário, considerando os fundamentos da acessibilidade pedagógica e os marcos legais da educação especial, é CORRETO afirmar que:
O uso de recursos digitais deve ser evitado em casos de baixa visão, pois telas retroiluminadas não se adaptam às necessidades do estudante, sendo mais eficaz o uso de impressões em papel de alto relevo e letras táteis.
A ênfase do Atendimento Educacional Especializado (AEE), nesse caso, deve ser o ensino do sistema braille, uma vez que a leitura ampliada tende a causar esforço visual excessivo e deve ser desestimulada para evitar fadiga e piora do quadro clínico.
A combinação de recursos ópticos, como lupas e telelupas, com materiais didáticos ampliados e contraste adequado, permite que o estudante com baixa visão desenvolva maior autonomia e acesso ao currículo, respeitando sua funcionalidade visual.
O Atendimento Educacional Especializado (AEE) não é responsável pela adaptação de recursos didáticos, cabendo exclusivamente à equipe clínica prescrever os materiais e estratégias a serem utilizados em sala de aula regular.
A elaboração de materiais com letras em negrito e tamanho fixo de fonte 24 é suficiente para atender a qualquer estudante com baixa visão, sendo desnecessária a avaliação funcional da visão se o laudo oftalmológico indicar deficiência visual.