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Ao traçar estratégias de intervenção, um professor do Atendimento Educacional Especializado (AEE) analisa o caso de uma aluna do 6º ano diagnosticada com perda auditiva bilateral moderada. Ela utiliza um Aparelho de Amplificação Sonora Individual (AASI) e compreende bem a linguagem oral quando o ambiente é silencioso e o interlocutor articula de forma clara. Entretanto, em locais com ruído, apresenta grande dificuldade de discriminar sons e compreender instruções verbais. Apesar disso, tem boa oralidade, participa das interações e não faz uso de Libras como primeira língua.
Com base nas terminologias e conceituações oficiais do Ministério da Educação (MEC) e do Ministério da Saúde (MS), a condição da aluna deve ser classificada como:
deficiência auditiva.
Transtorno Específico da Linguagem (TEL).
deficiência sensorial múltipla.
Transtorno do Processamento Auditivo Central (TPAC).
surdez profunda.