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Para Caldart et all (2012), as instituições formais de...

Para Caldart et all (2012), as instituições formais de ensino têm a função de desconstruir a histórica inferiorização social, política e cultural daqueles sujeitos que buscam afirmar seus pertencimentos sociais como “povos do campo” e/ ou “povos e comunidades tradicionais” – agricultores familiares, quilombolas, sem-terra, indígenas, mestiços, agricultores urbanos, juventude rural, populações agroextrativistas (seringueiros, castanheiros, quebradeiras de coco de babaçu), grupos vinculados aos rios ou ao mar (ribeirinhos, pescadores artesanais, caiçaras, varjeiros, jangadeiros, marisqueiros), grupos associados a ecossistemas específicos (pantaneiros, caatingueiros, vazanteiros, geraizeiros, chapadeiros), grupos associados à agricultura ou à pecuária (faxinais, sertanejos, caipiras, sitiantes, campeiros, fundo de pasto, vaqueiros) e outras formas identitárias.


Nesse sentido, é correto afirmar que, para cumprir essa função, dentre os desafios que se apresentam, os currículos de ensino devem


A

negar a Pedagogia Histórico-Crítica como pressuposto didático.


B

superar a Educação Intercultural Crítica como perspectiva de ensino.


C

afirmar a Pedagogia do Movimento como referência política e pedagógica.


D

supervalorizar os saberes tradicionais em detrimento de outras formas de conhecimento.


E

estabelecer um método ensino que priorize uma maneira universal de ensinar tudo a todos.