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Para Miranda (2016, p. 270), “a integração indígena à nação brasileira foi um processo marcado por múltiplas violências: extermínio, genocídio, perseguições e estratagemas políticos, como a escolarização e a proibição de uso da língua materna. Esses artifícios são sustentados pela veiculação de representações negativas e conformação de estereótipos que bloqueiam o conhecimento sobre a diversidade dos povos indígenas do Brasil”.
Acerca da ruptura com o paradigma integracionista que vigorou na política do Brasil até a Constituição Federal de 1988, é correto afirmar que ela deveu-se
ao processo de etnogênese de povos indígenas no Brasil.
à ideia evolutiva do alcance de uma referência identitária.
à pressuposição de que as culturas indígenas são estáticas.
ao desinteresse político pela recriação de tradições indígenas.
à renúncia estratégica às identidades de povos indígenas no Brasil.


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