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A educação escolar indígena, ao inserir-se no sistema educacional nacional, submete-se a normativas que buscam garantir acessibilidade e inclusão a todos os educandos. Porém, essa incorporação de políticas inclusivas em contextos indígenas não é um processo de simples transposição de modelos hegemônicos, mas de ressignificação que reconhece tanto as obrigações do Estado quanto as autonomias e especificidades epistemológicas, ontológicas e pedagógicas de cada povo indígena. Nesse contexto complexo, a sequência de dimensões que deve ser observada na implementação de políticas de acessibilidade comunicacional em escolas indígenas é, sucessivamente:
Estabelecimento de processos participativos com a comunidade indígena para coconstrução de estratégias, reconhecimento do direito inalienável do estudante indígena com necessidades complexas de comunicação, integração dessas estratégias nos contextos pedagógicos escolares, e análise crítica de como modelos de acessibilidade externos podem ser ressignificados através de saberes tradicionais.
Análise crítica de como modelos de acessibilidade externos podem ser ressignificados através de saberes tradicionais, reconhecimento do direito inalienável do estudante indígena com necessidades complexas de comunicação, estabelecimento de processos participativos com a comunidade indígena para coconstrução de estratégias, e integração dessas estratégias nos contextos pedagógicos escolares.
Integração dessas estratégias nos contextos pedagógicos escolares, análise crítica de como modelos de acessibilidade externos podem ser ressignificados através de saberes tradicionais, reconhecimento do direito inalienável do estudante indígena com necessidades complexas de comunicação, e estabelecimento de processos participativos com a comunidade indígena para coconstrução de estratégias.
Reconhecimento do direito inalienável do estudante indígena com necessidades complexas de comunicação, análise crítica de como modelos de acessibilidade externos podem ser ressignificados através de saberes tradicionais, estabelecimento de processos participativos com a comunidade indígena para coconstrução de estratégias, e integração dessas estratégias nos contextos pedagógicos escolares.
Integração dessas estratégias nos contextos pedagógicos escolares, estabelecimento de processos participativos com a comunidade indígena para coconstrução de estratégias, análise crítica de como modelos de acessibilidade externos podem ser ressignificados através de saberes tradicionais, e reconhecimento do direito inalienável do estudante indígena com necessidades complexas de comunicação.