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Leia a situação hipotética abaixo. Uma escola municipal...

Leia a situação hipotética abaixo.


Uma escola municipal decidiu reorganizar os ambientes de aprendizagem da turma de 4 a 5 anos, buscando ampliar a autonomia, a linguagem e as experiências de convivência. Durante uma semana de observação, a equipe registrou: excesso de ruído e aglomeração no único canto de blocos, onde parte das crianças aguardava em fila; materiais mais procurados guardados em prateleiras altas, fora do alcance das crianças; duas crianças com hipersensibilidade auditiva evitavam permanecer na sala nos momentos de maior barulho; sala com mesas fixas no centro, poucos cantos funcionais, e o pátio era utilizado por apenas 30 minutos ao dia.


Nesse contexto, e com base nos princípios que orientam os ambientes de aprendizagem na Educação Infantil, é preciso:


A

reorganizar o espaço para reduzir a circulação das crianças, centralizando as atividades em mesas fixas e mantendo os materiais em locais restritos, de forma a evitar dispersão e garantir maior controle do grupo.


B

reconfigurar a sala em múltiplos cantos acessíveis e sinalizados, disponibilizar materiais ao alcance das crianças, adotar sinalização visual acessível e ampliar a mediação em momentos cotidianos como lanche e higiene.


C

deslocar as atividades mais barulhentas para o pátio e, dentro da sala, priorizar jogos e tarefas estruturadas, de modo a favorecer concentração e reduzir desconfortos sensoriais, ainda que com menor flexibilidade na organização.


D

manter a rotina espacial já conhecida pelas crianças, acrescentando apenas mais tempo de recreação no pátio, como estratégia para aliviar a sobrecarga do ambiente interno sem mudanças drásticas na sala.


E

ampliar a presença de recursos digitais e audiovisuais para diversificar estímulos e reduzir o barulho nos cantos mais disputados, preservando, contudo, a atual disposição do mobiliário por questões de segurança.