

Seu próximo nível começa aqui
Seu desenvolvimento não pode ter limites. Garanta sua Assinatura Ilimitada e libere uma preparação completa com os melhores professores do Brasil.
Em uma unidade de Educação Infantil, o professor do agrupamento de crianças de 4 anos substituiu os brinquedos de plástico que representavam alimentos por elementos como sementes grandes, pedriscos higienizados, pedaços de madeira serrados em diferentes tamanhos e retalhos de tecidos diversos. Ao observar a brincadeira de “fazer comida”, o professor notou que as crianças passaram a atribuir significados muito mais variados aos objetos: o pedaço de madeira ora era um bife, ora um prato, ora uma colher. Com base no conceito de materialidade, a intervenção do professor fundamenta-se na ideia de que:
A substituição visa reduzir custos operacionais, priorizando o uso de materiais descartáveis em detrimento de recursos duráveis.
O uso de elementos da natureza deve ser evitado, pois a falta de realismo visual dos objetos dificulta a compreensão do mundo real pela criança.
A materialidade industrializada é superior para o desenvolvimento cognitivo, pois oferece à criança a representação exata do objeto a ser imitado.
O brincar de faz-de-conta deve ser mediado por objetos que restrinjam a imaginação, garantindo que a criança não se desvie do tema proposto pelo professor.
Materiais de função aberta (não estruturados) potencializam a capacidade simbólica da criança, exigindo maior elaboração mental para a construção do brincar.


Seu próximo nível começa aqui
Seu desenvolvimento não pode ter limites. Garanta sua Assinatura Ilimitada e libere uma preparação completa com os melhores professores do Brasil.