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Durante um jogo coletivo no pátio, com as crianças de 5 e 6 anos, a professora combinou que “quem errar volta duas casas”. Em uma rodada, uma criança distrai-se, erra e tenta seguir adiante. Duas reações aparecem: um grupo exige punição imediata “porque a regra manda”, e outro propõe “deixar passar” porque “foi sem querer”. Diante dessa situação, na perspectiva piagetiana, a intervenção CORRETA da professora é
reafirmar a autoridade docente, aplicar a sanção, “volta duas casas”, igualmente e dizer que justiça é tratar todos do mesmo modo.
parar o jogo, registrar quem discordou e mudar a regra por votação rápida para manter o grupo funcionando.
retomar o combinado, discutir intenção e consequência, diferenciar sanção expiatória e, por reciprocidade, e com o grupo, ajustar a aplicação mantendo a regra válida para todos.
decidir caso a caso pelo “bom senso” do adulto, ora punindo, ora flexibilizando conforme a gravidade.
encerrar o jogo e trocar por atividade de regras fixas, evitando conflitos, pois divergências indicariam imaturidade moral.