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Em uma casinha de faz de conta montada na sala, as crianças transformam caixas em fogão, panos em capas, assumem papéis de adulto, reorganizam situações do cotidiano e constroem narrativas próprias. Considerando ludicidade, jogo simbólico e imaginário na Educação Infantil, qual a alternativa que apresenta um entendimento correto dessa situação?
Compreende a brincadeira de faz de conta como um espaço de simbolização, no qual objetos ganham novos significados, papéis sociais são experimentados, enredos são negociados e emoções são elaboradas de forma compartilhada entre as crianças.
Entende o jogo simbólico como um intervalo recreativo entre aprendizagem, momentos destinado sérios principalmente de a descarregar energia antes das atividades didáticas planejadas pelo professor.
Relaciona a ludicidade sobretudo a jogos prontos com regras rígidas, orientados por resultados e por comparação de desempenho, nos quais o professor define passos e respostas corretas em cada etapa.
Define a brincadeira imaginativa como um recurso introdutório que deve ser usado apenas para motivar a turma antes de tarefas de registro em fichas individuais e exercícios estruturados.
Considera a presença de objetos de faz de conta importante somente em datas comemorativas e eventos pontuais, sem integrá-la como eixo contínuo da rotina ao longo do ano.