

Seu próximo nível começa aqui
Seu desenvolvimento não pode ter limites. Garanta sua Assinatura Ilimitada e libere uma preparação completa com os melhores professores do Brasil.
Em uma escola municipal, um estudante público-alvo da educação especial, atendido regularmente no Atendimento Educacional Especializado, participa das atividades pedagógicas da classe comum com apoio de recursos de acessibilidade e mediação pedagógica específica.
Entretanto, nas avaliações bimestrais padronizadas da escola, o estudante é submetido exatamente aos mesmos instrumentos, formato, tempo de realização e critérios de correção aplicados aos demais alunos, sem qualquer adaptação relacionada às suas necessidades de acesso ao conteúdo avaliado.
A equipe gestora justifica o procedimento afirmando que a padronização garante igualdade de tratamento e assegura comparabilidade objetiva dos resultados.
Considerando os princípios da avaliação educacional inclusiva, a função pedagógica da avaliação e a articulação entre equidade e direito à aprendizagem, identifique a alternativa CORRETA.
A aplicação de instrumentos avaliativos idênticos para todos os estudantes assegura tratamento isonômico e constitui procedimento pedagogicamente adequado, desde que o conteúdo avaliado corresponda aos objetivos curriculares previstos para a turma.
A padronização integral dos instrumentos avaliativos é compatível com a educação inclusiva sempre que o estudante participe das atividades regulares com apoio pedagógico, pois a avaliação deve manter critérios uniformes de mensuração do desempenho acadêmico.
A flexibilização dos instrumentos avaliativos somente é pedagogicamente justificável quando houver redução dos objetivos de aprendizagem previstos para o estudante, uma vez que a adaptação avaliativa deve corresponder a diferenciação curricular formal.
A adaptação dos procedimentos avaliativos é facultativa à instituição escolar, podendo ser adotada conforme critérios de conveniência pedagógica, desde que mantida a possibilidade de recuperação posterior do desempenho acadêmico.
A ausência de adaptações nos instrumentos avaliativos compromete a função diagnóstica e formativa da avaliação, pois impede que o processo avaliativo considere as condições de acesso do estudante ao conhecimento, o que pode produzir resultados que refletem barreiras de participação, e não necessariamente aprendizagem.