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Sobre o conteúdo da cartilha denominada “Bullying: combater o bullying é uma questão de justiça: aprenda a identificar para prevenir e erradicar este terrível fenômeno social”, elaborada perlo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) (2010), material de utilidade pública e importante aliado dos profissionais que atuam na Educação, é correto afirmar que
há ainda uma longa distância percentual entre os praticantes de bullying por gênero, ou seja, quase a totalidade dos agressores são meninos, sendo que as meninas representam 10% dos agressores.
não há um perfil de vítimas de bullying bem definido, ou seja, os praticantes de bullying agridem todos da sala sem se focar em perfis favoráveis à agressão.
estudos comprovam que os agressores só são assim, por nítida falta de limites por parte dos educadores escolares.
há tipos de agressores que possuem motivações para a prática do bullying por carecerem de um modelo de educação que seja capaz de associar a autorrealização com atitudes socialmente produtivas e solidárias; tais agressores procuram nas ações egoístas e maldosas um meio de adquirir poder e status, e reproduzem os modelos domésticos na sociedade.
a maioria dos opressores (praticantes do bullying), mesmo sendo crianças e adolescentes, apresenta a transgressão como base estrutural de suas personalidades; falta-lhes o sentimento essencial para o exercício do altruísmo: a empatia.