

Seu próximo nível começa aqui
Seu desenvolvimento não pode ter limites. Garanta sua Assinatura Ilimitada e libere uma preparação completa com os melhores professores do Brasil.
Uma rede municipal aderiu ao Sistema Estadual de Avaliação da Educação Básica de Santa Catarina (SEAESC) e decidiu utilizar, para o 2º ano do Ensino Fundamental, os resultados da avaliação de alfabetização em conjunto com a avaliação de fluência leitora conduzida pela professora da turma. Em reunião pedagógica, parte da equipe sustentou que os dois instrumentos são redundantes e que bastaria manter a aferição de proficiência em Língua Portuguesa pelo sistema estadual. Outra parte defendeu que ambos cumprem funções diagnósticas distintas e complementares. À luz das finalidades da avaliação em larga escala e do monitoramento da alfabetização, assinale a alternativa que apresenta a interpretação mais adequada para essa situação:
A aferição sistêmica do processo de alfabetização e a avaliação de fluência leitora produzem informações complementares, porque uma subsidia a leitura de desempenho em escala de rede e a outra qualifica o diagnóstico pedagógico de dimensões diretamente associadas à compreensão leitora.
A avaliação de fluência leitora justifica-se quando a rede não participa de avaliação estadual, uma vez que a coexistência de instrumentos fragiliza a comparabilidade dos dados intrarrede.
A fluência leitora é variável da prática de sala de aula e, por isso, não deve ser articulada a sistemas de avaliação que produzam indicadores consolidados de rede.
A avaliação padronizada de alfabetização deve prevalecer sobre a aferição de fluência porque a padronização externa é o mecanismo mais legítimo de orientação de intervenções pedagógicas em escala municipal.
A avaliação de fluência leitora perde relevância quando há teste censitário padronizado, pois este absorve integralmente as informações necessárias sobre o processo de alfabetização nas turmas avaliadas.