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“Numa educação dentro da perspectiva inclusiva, não há espaço para a separação entre normais e especiais. Mas sim, há um respeito pelas diferenças possibilitando o desenvolvimento não apenas dos alunos com deficiência, mas dos demais alunos, que podem aprender com a diversidade. A Educação Inclusiva envolve muitos fatores, para que ocorra de maneira efetiva e proporcione condições de acesso, permanência e êxito das pessoas com deficiência” (Santos; Machado, 2021, p. 12).
Fonte: SANTOS, Camila Marafigo dos; MACHADO, Mércia Freire Rocha Cordeiro. Educação inclusiva: do que estamos falando? Curitiba: Instituto Federal do Paraná, 2021.
Considerando o excerto acima e as questões abordadas pela perspectiva da Educação Inclusiva, é CORRETO afirmar:
recursos para a leitura em Braille, intérpretes da língua de sinais e as diversas formas de sinalização não contribuem com a acessibilidade, visto que tratam como diferentes os estudantes com alguma deficiência.
para que a inclusão ocorra, é preciso assegurar a chamada acessibilidade atitudinal, que consiste em garantir aos alunos com deficiência currículos, métodos, técnicas e recursos adequados ao atendimento das suas necessidades.
o conceito de diferenciação pedagógica corresponde à superação das situações injustas de desigualdade, consistindo no tratamento igualitário para todos os estudantes, independentemente de deficiências.
uma das formas de acessibilidade que contribui para a inclusão é a acessibilidade comunicacional, que consiste em eliminar preconceitos, estigmas e estereótipos a fim de facilitar a convivência com a diversidade humana.
a acessibilidade atitudinal está relacionada ao desenvolvimento de práticas de sensibilização que visam combater o estereótipo e eliminar preconceitos.