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Dentre as várias formas de análise e classificação, as teorias da educação podem ser divididas em dois grandes grupos: as teorias não-críticas e as teorias crítico-reprodutivistas. Tomando por base a estrita tipologia e fundamentação teórica, assinale a alternativa que caracteriza corretamente a Teoria da Escola Nova:
Trata-se de uma teoria crítico-reprodutivista que concebe a escola como um aparelho ideológico do Estado destinado a reproduzir as relações de produção capitalistas.
Trata-se de uma teoria não-crítica que marginaliza o aluno em detrimento do conteúdo lógico, considerando a marginalidade como um fenômeno estritamente econômico e político.
Trata-se de uma teoria não-crítica que desloca o eixo da questão pedagógica do intelecto para o sentimento, do aspecto lógico para o psicológico, e na qual o marginalizado não é o ignorante, mas o rejeitado.
Trata-se de uma teoria crítica que propõe a superação da marginalidade por meio da pedagogia libertadora, centrada no diálogo e na problematização da realidade.
Trata-se de uma teoria não-crítica que foca na produtividade do sistema, onde o marginalizado é o sujeito improdutivo ou ineficiente para o mercado de trabalho.