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O professor Mário utiliza o diagnóstico dos alunos como recurso para identificar os saberes que eles têm dificuldades no processo de alfabetização. Nessa perspectiva, cabe ao professor, de forma colaborativa:
Compreender as dificuldades e estimular os alunos a reproduzi-las, como, por exemplo, estimular a escrita de fonemas da forma como o aluno compreende.
Padronizar a forma de ensinar indistintamente dos percursos percorridos pelos alunos vai ajudar aqueles em uma fase silábica mais defasada a evoluir de forma mais ágil.
Ficar atento às reações dos alunos enquanto escrevem também é fundamental. Anotar o que eles falam, sobretudo de forma espontânea, pode ajudar a perceber quais as ideias deles sobre o sistema de escrita.
Utilizar a abordagem behaviorista, único meio de favorecer os alunos com dificuldades de aprendizagem.
Compreender que as atividades e tarefas são relacionadas à idade do aluno, e trabalhar gradualmente – monossílabas, dissílabas, etc. – com os mesmos.