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Em uma turma de Educação Infantil, uma criança com deficiência apresenta formas singulares de comunicação, grande interesse por objetos de encaixe, oscilação na permanência em rodas de conversa e desconforto em situações de excesso de estímulos sonoros. A professora observa que, nos momentos de brincadeira de faz-de-conta, ela tende a participar de modo periférico. Nessa situação, a conduta CORRETA é:
organizar um percurso paralelo de atividades estruturadas para a criança nos momentos coletivos, preservando sua autorregulação e retomando a interação com o grupo quando ampliar repertórios comunicativos mais estáveis.
redefinir os objetivos centrais da criança a partir de metas funcionais individualizadas, priorizando tolerância a comandos, permanência em roda e treino de respostas socialmente esperadas antes da inserção plena nas propostas comuns.
reposicionar o planejamento da turma para garantir acessibilidade relacional, comunicacional e sensorial, com mediações ajustadas e ampliação dos modos de participação nas experiências comuns.
concentrar a intervenção inclusiva na atuação do profissional de apoio, que deverá traduzir as propostas da professora, modular a participação da criança nas brincadeiras e selecionar, em cada atividade, aquilo que estiver mais compatível com seu perfil funcional.
tomar o interesse predominante da criança como eixo organizador do currículo individual, convertendo os demais campos de experiências em oportunidades subsidiárias, de modo a preservar bem-estar e adesão às propostas escolares.