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Em uma escola, um estudante com deficiência intelectual apresenta dificuldades de participação nas atividades coletivas. A equipe pedagógica propõe adaptações curriculares e estratégias inclusivas, mas a família demonstra resistência, afirmando que seria melhor um atendimento separado para o aluno. Em reuniões, a escola insiste na permanência do aluno na classe comum, mas não estabelece um diálogo efetivo com os responsáveis, limitando-se a comunicar decisões já tomadas. À luz dos fundamentos da educação inclusiva e da relação escola-família, assinale a alternativa correta.
A escola deve manter suas decisões pedagógicas de forma autônoma, pois a inclusão escolar é um princípio legal que independe da concordância da família.
A resistência da família justifica o encaminhamento do estudante para atendimento exclusivo em espaço segregado, garantindo maior adequação ao seu ritmo de aprendizagem.
A relação escola-família deve se basear na corresponsabilização e no diálogo, promovendo a participação da família na construção das estratégias educativas.
A inclusão escolar exige que a família se adapte às decisões da escola, uma vez que os profissionais detêm o conhecimento técnico para definir o percurso educacional do estudante.
A dificuldade de participação do estudante indica a inadequação da proposta inclusiva, sendo recomendável priorizar práticas pedagógicas homogêneas.