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Durante a transição de uma turma da pré-escola para o Ensino Fundamental, uma instrutora de atividades pedagógicas participou de reuniões nas quais foram analisados registros das crianças, suas produções, interesses, formas de participação e aprendizagens já construídas. Com base nessas informações, foram planejadas ações de acolhimento e continuidade curricular. Considerando as diretrizes da BNCC (2017) para a transição entre etapas da Educação Básica, por que essa prática é adequada?
Permite que a etapa seguinte seja construída a partir do que as crianças sabem e são capazes de fazer, assegurando continuidade, aprofundamento e ampliação das aprendizagens.
Possibilita identificar previamente quais competências exigidas no Ensino Fundamental ainda não foram plenamente consolidadas, orientando intervenções voltadas à preparação acadêmica das crianças para as demandas da nova etapa.
Favorece a construção de parâmetros comuns de acompanhamento do desenvolvimento infantil, permitindo que o Ensino Fundamental reorganize as experiências anteriores segundo expectativas pedagógicas mais sistematizadas.
Contribui para a harmonização das práticas educativas entre as etapas, permitindo que os docentes estabeleçam critérios de progressão que reduzam diferenças nos percursos de aprendizagem das crianças.