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Em um texto sobre ecologia, a aluna Juliana, desafiada a explicar um termo que lhe era desconhecido, definiu a palavra “desmatamento” como des-matar, no sentido de tornar vivo novamente. Assim, a aluna interpretou o termo de modo análogo a “despentear” ou “desarrumar”, em vez de compreendê-lo no sentido usual que ele tem relacionado à retirada da mata ou floresta de um local.
Na perspectiva defendida por Hoffmann (2018), esse tipo de erro representa
uma falha na aprendizagem de Juliana, pois ela desconhecer o termo “desmatamento” mostra que não está acompanhando bem as discussões sobre ecologia.
uma lacuna no ensino de Juliana, pois ela deveria ter sido informada pelo professor de modo a compreender os vocábulos básicos no campo de estudo.
um ato inteligente de Juliana, pois ela buscou o estabelecimento de relações com outras palavras do seu vocabulário, o que revela seu erro como construtivo.
uma expressão estética de Juliana, pois ela recriou o termo poeticamente com a finalidade de evocar maior sensibilização para a causa.
a necessidade de se priorizar o ensino da língua portuguesa frente aos demais componentes curriculares para combater o atraso educacional no país.