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Aciem, Rocha e Rodrigues, em Educação inclusiva: aspectos político-sociais e práticos (Sala e Aciem, 2014), citando Ortega (2003), apresentam características observadas na fala de crianças cegas.
Uma dessas características é aquela em que as crianças cegas
imitam, compreendendo o significado das formas sonoras que escutam, evidenciando a criatividade advinda da curiosidade por explorar o ambiente tatilmente.
brincam apresentando repertório verbal reduzido em todas as situações, embora com significado predominantemente subjetivo.
desenvolvem a fala de modo mais precoce que as crianças que enxergam, impulsionadas pela necessidade de explorar o ambiente tatilmente.
demonstram uma linguagem rica de experiência imediata, com sentido simbólico e limitado conteúdo emocional.
falam para controlar o ambiente e, geralmente, apresentam competência linguística superior à de crianças videntes.