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Trentin (2018) expõe o seguinte caso: Maria é professora do 3o ano do ensino fundamental, recebeu em sua turma um aluno com deficiência intelectual. No decorrer do ano, o aluno esteve inserido em sala de aula, no entanto, não participou das atividades realizadas na turma. O aluno não tem nada escrito no livro e muito menos no caderno. Na escola, nem o lápis ele pega. A turma, assim como a professora, o ignora, não havendo interações sociais.
O ambiente limitador e a ausência de relações sociais
podem propiciar deficiência secundária, que, por sua vez, compreende o desenvolvimento do sujeito, com base nas interações sociais.
não interferem no desenvolvimento, pois as interações sociais não são essenciais para o desenvolvimento do aluno com deficiência.
provocam a deficiência primária, a qual compreende as lesões orgânicas, lesões cerebrais, malformações orgânicas e alterações cromossômicas.
propiciam a deficiência primária que pode causar o desenvolvimento incompleto das funções psicológicas elementares.
vão provocar uma deficiência secundária que é imutável, ou seja, não é passível de modificações.