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Durante uma mediação, dois estudantes apresentam versões divergentes sobre um conflito recorrente. O orientador percebe que ambos utilizam avaliações sobre a intenção do outro, "ele fez para me provocar" e "ela queria me expor", como se fossem descrições dos acontecimentos. A intervenção mais coerente com a escuta ativa e a mediação inicial consiste em:
Confrontar as versões até que um dos estudantes reconheça qual interpretação motivacional apresenta menor consistência.
Formular uma versão institucional do conflito antes de discutir possibilidades de recomposição da convivência.
Solicitar que cada estudante diferencie fatos observados, interpretações atribuídas e impactos percebidos na situação.
Selecionar os pontos coincidentes dos relatos e desconsiderar experiências subjetivas que não possam ser comprovadas.