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Ao analisar a relação entre educação, sociedade e transformação social, determinadas concepções filosófico-pedagógicas rejeitam tanto a ideia de que a escola seja uma instituição absolutamente neutra quanto a compreensão de que ela seja, por si só, capaz de produzir transformações sociais independentemente das condições históricas. Nessa perspectiva, uma prática educativa criticamente orientada caracteriza-se de maneira CORRETA por:
Substituir a transmissão sistemática dos conhecimentos pela livre expressão dos estudantes, evitando qualquer intervenção diretiva do professor.
Compreender a educação como prática social historicamente situada, articulando apropriação crítica do conhecimento, diálogo e possibilidade de intervenção consciente na realidade.
Priorizar exclusivamente os conhecimentos produzidos pela experiência cotidiana dos estudantes, uma vez que os conhecimentos científicos reproduziriam necessariamente relações de dominação.
Considerar a neutralidade axiológica do professor, condição indispensável para que os estudantes desenvolvam autonomia intelectual.
Compreender a transformação social como consequência automática da escolarização universal, independentemente das relações sociais e políticas existentes.