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Leia o texto a seguir.

A BNCC reconhece a especificidade da alfabetização e propõe a mescla de duas linhas de ensino: a primeira indica a centralidade do texto e o trabalho com as práticas sociais de leitura e escrita; a segunda soma a isso o planejamento de atividades que permitam aos alunos refletirem sobre o sistema de escrita alfabética (estudar, por exemplo, as relações entre sons e letras e investigar com quantas e quais letras se escreve uma palavra, e onde elas devem estar posicionadas ou como se organizam as sílabas).

Uma das funções da escola hoje é alfabetizar os alunos em um contexto letrado, ou seja, em um contexto que envolva as práticas sociais de leitura e escrita. Com essa aprendizagem, os alunos tornam-se usuários da escrita em suas diferentes funções sociais, mesmo não estando ainda alfabetizados. Para se alfabetizar, é preciso compreender para que serve a escrita, atribuindo-lhe significado e percebendo o que ela representa e como representa.

Adaptado de https://www.revistamaiseducacao.com/en/artigosv5-n9-novembro-2022/18/

Ao discutir as especificidades da alfabetização na BNCC, a concepção apresentada no excerto orienta práticas pedagógicas que visam


A

organizar o ensino com base nas relações entre sons e letras, articulando atividades de leitura de palavras e pequenos textos.


B

estruturar o trabalho com textos de circulação social, associando a leitura a situações de uso da escrita em diferentes contextos comunicativos.


C

articular o trabalho com textos significativos às atividades de reflexão sobre o sistema de escrita, considerando a escrita como prática social e sistema notacional.


D

desenvolver o ensino da escrita a partir da análise de palavras e sílabas, integrando essa reflexão à leitura e à escrita de textos sociais.


E

planejar atividades de leitura e escrita, combinando o trabalho com textos de circulação social e a análise das relações entre grafemas e sons.