

Seu próximo nível começa aqui
Seu desenvolvimento não pode ter limites. Garanta sua Assinatura Ilimitada e libere uma preparação completa com os melhores professores do Brasil.
Em uma turma do 5º ano do Ensino Fundamental, um aluno com deficiência participa das aulas, mas frequentemente é excluído pelos colegas das atividades em grupo. O professor percebe que os estudantes atribuem ao aluno menor capacidade de aprendizagem e, por isso, evitam incluí-lo em tarefas consideradas mais complexas. Com base em Mantoan (2015) e Freire (1996), a intervenção pedagogicamente mais consistente abrange:
Preservar a organização curricular comum e estabelecer critérios de participação com base no desempenho individual, direcionando inicialmente o estudante para atividades nas quais apresente maior autonomia, de modo a evitar situações de exposição que possam comprometer sua autoestima.
Problematizar as concepções presentes nas relações da turma, reorganizar as situações de participação e criar experiências colaborativas que reconheçam as potencialidades do estudante e enfrentem práticas capacitistas.
Priorizar a sensibilização dos colegas por meio de atividades específicas sobre deficiência, buscando desenvolver atitudes de respeito e solidariedade antes de promover mudanças mais amplas na organização das práticas pedagógicas da turma.
Concentrar a intervenção na orientação individual dos estudantes que manifestam comportamentos excludentes, buscando modificar suas atitudes por meio de conversas e esclarecimentos, sem alterar substancialmente a dinâmica curricular estabelecida para a turma.
Assegurar ao estudante igualdade de participação mediante a manutenção das mesmas atividades, critérios, agrupamentos e formas de avaliação utilizados pelos demais, evitando diferenciações pedagógicas que possam reforçar percepções de incapacidade ou tratamento desigual.