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Durante uma atividade de convivência, dois adolescentes entram em conflito e começam a trocar provocações. Um deles afirma que não participará mais do grupo caso o outro continue frequentando as atividades. O profissional responsável evita tomar partido, interrompe a escalada do conflito e organiza um momento de diálogo, buscando compreender as diferentes perspectivas envolvidas.
Nesse contexto, a mediação de conflitos deve ser compreendida como uma prática que:
determina previamente qual participante está certo e qual deve ser responsabilizado.
evita qualquer manifestação de divergência para preservar artificialmente a harmonia do grupo.
transfere a resolução do conflito exclusivamente para os responsáveis familiares.
favorece o diálogo, a escuta das partes, a compreensão das causas do conflito e a construção de alternativas de convivência.