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Uma estudante com deficiência visual ingressou recentemente em uma escola cuja distribuição dos ambientes é diferente daquela conhecida por ela. Embora utilize bengala com autonomia em trajetos familiares, apresenta dificuldade para identificar a localização da biblioteca, do laboratório e de determinadas salas. Considerando o desenvolvimento da orientação espacial e da autonomia no ambiente escolar, a intervenção mais adequada é:
Favorecer a exploração sistemática dos espaços, estabelecer referências ambientais consistentes e ensinar estratégias de localização que possam ser utilizadas pela estudante em diferentes trajetos.
Utilizar referências sonoras e táteis disponíveis nos ambientes, orientando a estudante a associá-las aos locais correspondentes durante os percursos realizados com acompanhamento.
Realizar percursos acompanhados pelo professor, fornecendo descrições detalhadas dos ambientes e solicitando que a estudante memorize as sequências utilizadas nos trajetos apresentados.
Elaborar mapas táteis simplificados dos ambientes, utilizando sua exploração como estratégia preparatória antes de iniciar deslocamentos acompanhados pelos espaços da escola.
Organizar exercícios de orientação em espaço delimitado, ampliando gradualmente a extensão dos percursos conforme a estudante demonstre maior segurança durante as atividades.