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Durante uma atividade de alfabetização, a professora propõe que os estudantes identifiquem palavras que apresentam determinada relação fonológica e, posteriormente, produzam novas palavras utilizando os elementos trabalhados. Para o estudante que utiliza Braille, o professor responsável pela adaptação pretende assegurar que a atividade mantenha sua finalidade linguística e possibilite participação autônoma. A estratégia mais adequada é:
Substituir a atividade escrita por exercícios orais, permitindo que o estudante demonstre domínio das relações fonológicas sem necessidade de utilizar os sinais Braille correspondentes às palavras trabalhadas.
Priorizar a leitura das palavras em Braille, deixando a produção escrita para etapas posteriores, quando o estudante apresentar maior segurança na discriminação dos sinais.
Apresentar as palavras em Braille acompanhadas de modelos impressos ampliados, utilizando a correspondência entre as duas formas para facilitar o reconhecimento dos elementos linguísticos.
Utilizar letras móveis com identificação tátil, solicitando que o estudante forme palavras e posteriormente transcreva as respostas para o sistema Braille utilizado nas atividades escolares.
Disponibilizar palavras e comandos em Braille, organizar recursos táteis para apoiar a análise linguística e proporcionar condições para que o estudante leia e produza os registros solicitados.