Westphal e Gisi (2019) afirmam que “nas instituições de educação superior, a cooperação acadêmica internacional é a forma pela qual o ensino e a pesquisa crescem e se fortalecem, principalmente por meio de network”. Nesse sentido, pode-se afirmar que as autoras, com base na classificação de Morosini (2011), referem-se ao modelo de cooperação internacional
A
tradicional, caracterizado por relações de competitividade entre as instituições de educação superior na captação de sujeitos e de consumidores.
B
horizontal, caracterizado pela adoção de ações que fomentam a interação sul-sul, com base na solidariedade e na consciência internacional.
C
central, caracterizado pela incorporação de uma dimensão internacional, intercultural ou global aos objetivos, funções e organização da educação pós-secundária.
D
inicial, caracterizado pela capacitação no exterior de professores e alunos de doutorado, que estabelecem relações acadêmicas com seus pares e respectivos departamentos universitários.
E
avançada, caracterizado pela publicação conjunta de artigos científicos inéditos.