

Seu próximo nível começa aqui
Com a Assinatura Ilimitada, você tem tudo que precisa para sua aprovação.
Com a Assinatura Ilimitada, você combina prática, teoria e método em uma única assinatura com tudo que você precisa para sua aprovação.
Analise as seguintes proposições sobre a filosofia de Thomas Hobbes e Jean-Jacques Rousseau.
Apenas a proposição III.
Apenas a proposição II.
Apenas as proposições II e III.
Apenas as proposições I e II.
Todas as proposições estão corretas.
Na filosofia moderna tem-se uma constante discussão sobre as relações entre indivíduo e Estado. No livro "O Leviatã", um dos pensadores, entre os chamados contratualistas, expõe suas idéias políticas. Indique a alternativa que corresponde ao autor deste livro:
John Locke
Thomas Hobbes
Jean-Jacques Rousseau
François M. Voltaire
Nicolau Maquiavel
Jean-Jacques Rousseau deixou-nos uma grande contribuição no campo da política, do moral e da educação. Referente a este último campo, temos uma bela obra deste pensador francês. Identificando a obra mencionada assinale a alternativa correta:
O Educador
Contrato Social
O Leviatã
O Príncipe
Emílio
Temos como legado da filosofia de Platão várias obras, denominadas diálogos, alguns são considerados autênticos, outros não. Indique a alternativa onde encontramos sobremaneira as idéias de Platão referentes à política:
Timeu
Fedro
Fédon
Ménon
A República
No mito da caverna, Platão ilustra seu pensamento sobre a tarefa do filósofo. Assinale a alternativa que mais explicita esta tarefa:
O filósofo é aquele prisioneiro que soltando-se das amarras, dirige-se para fora da caverna e após conhecer as coisas como elas são, regressaria à caverna a fim de libertar os outros prisioneiros, mesmo correndo o risco de não ser entendido ou até mesmo ser assassinado por eles.
O filósofo é aquele prisioneiro que se soltando das amarras, dirige-se para o fundo da caverna a fim de ver melhor os contornos das sombras, após volta-se para os outros prisioneiros a fim de libertá-los.
O filósofo não necessita soltar-se das amarras; ali dentro da caverna, vislumbrando as sombras das coisas, ele consegue conhecer as coisas como são e por sua vez explicar aos outros prisioneiros.
O filósofo é aquele prisioneiro que se soltando das amarras dirige-se para fora da caverna, passa a contemplar as coisas e assim deixa de viver das aparências.
O filósofo conjuntamente com os outros prisioneiros soltam-se das amarras e dirigem-se para fora da caverna, não precisando voltar, pois todos têm a capacidade de entender a conhecer as coisas como elas são.
Os sofistas são vistos por Platão como prejudiciais à tradição filosófica, pois defendiam aqueles que lhes pagavam melhor, colocando acima da busca da verdade os interesses particulares. Um deles afirmou que "o homem é a medida de todas as coisas". Assinale a alternativa que indica o autor desta frase:
Zenão de Eléia
Górgias de Leontinos
Hípios de Élis
Anaxágoras de Clazômena
Protágoras de Abdera
No seu livro Teoria do Conhecimento, Johannes Hessen distingue a discussão sobre o conhecimento em três perspectivas: quanto à origem, quanto à possibilidade e quanto à essência. Assinale a alternativa correta:
O conhecimento quanto à origem é cética e dogmática; quanto à possibilidade é realista e idealista; quanto à essência é racionalista e empirista.
O conhecimento quanto à origem pode ser cética, dogmática ou crítica; quanto à possibilidade pode ser realista ou idealista; quanto à essência pode ser racionalista ou empirista.
O conhecimento quanto à origem pode ser realista ou idealista; quanto à possibilidade pode ser racionalista ou empirista; quanto à essência pode ser cética, dogmática ou crítica.
O conhecimento quanto à origem pode ser racionalista ou empirista; quanto à possibilidade pode ser cética, dogmática ou crítica; quanto à essência pode ser realista ou idealista.
O conhecimento quanto à origem é realista e idealista; quanto à possibilidade é racionalista e empirista; quanto à essência é cética e dogmática.