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O currículo tradicional é aquele em que o ensino pressupõe uma
abordagem mecânica, centrada no docente.
abordagem crítica, concentrada nas disputas.
leitura complexa, focada na diversidade.
relação crítica, expressa nas desigualdades.
A estrutura do campo curricular, composta por tradições e vertentes (acadêmicas ou aplicadas) de destaque, obedece a arranjos teóricos e políticos que regem as opções didáticas e organizacionais, assim como protocolos institucionais que regulam práticas e decisões. À luz do percurso histórico, das teorias e das tendências contemporâneas do currículo e da didática, assim podemos observar que:
A padronização de dispositivos metodológicos e tempos de ensino, integrando estruturas formais e calendários rígidos, orienta currículos por coerências internas que relacionam regularidade e previsibilidade.
A estabilidade de campos de saber e demarcações disciplinares, integrando tradições canônicas e categorias formais, orienta currículos por classificações e hierarquias que relacionam continuidade e autoridade.
A articulação entre conhecimentos, experiências e finalidades formativas, integrando decisões didáticas e disputas sociopolíticas, orienta currículos por práticas e sentidos que relacionam cultura, equidade e aprendizagem.
A priorização de matrizes de conteúdo e sequências lineares, integrando prescrições operacionais e ordenamentos estáveis, orienta currículos por rotinas e controles que relacionam abrangência e verificabilidade.
A convergência de modelos avaliativos comparativos, integrando métricas padronizadas e escalas externas, orienta currículos por metas e desempenhos que relacionam eficiência e rastreabilidade.
De acordo com a Base Nacional Comum Curricular (BNCC), o Ensino Fundamental demanda organização curricular e pedagógica atenta ao desenvolvimento dos estudantes, às transições entre etapas da Educação Básica e à progressão das aprendizagens ao longo dos anos iniciais e finais. Nesse contexto, é INCORRETO afirmar que:
Nos dois primeiros anos do Ensino Fundamental, a ação pedagógica deve priorizar a alfabetização, articulando a apropriação do sistema de escrita alfabética ao desenvolvimento de habilidades de leitura, escrita e práticas diversificadas de letramentos.
A transição entre os anos iniciais e os anos finais do Ensino Fundamental exige medidas de articulação e adaptação, inclusive no 5º e no 6º ano, a fim de favorecer a continuidade do processo de aprendizagem.
Nos anos finais do Ensino Fundamental, a ampliação da especialização por áreas torna prescindível a retomada das aprendizagens construídas nos anos iniciais, pois o aprofundamento dos conhecimentos pressupõe ruptura entre essas fases.
Nos anos iniciais, a valorização de situações lúdicas de aprendizagem deve articular-se às experiências vivenciadas na Educação Infantil, prevendo progressiva sistematização dessas experiências e novas formas de relação com o mundo.
Analise as asserções a seguir e a relação proposta entre elas.
I- Antes de tudo, é importante destacar que o tema em debate é “Pedagogia Histórico-Crítica no Campo”, e não ‘do campo’; chamar atenção para essa diferença evita equívocos, pois, embora a distinção entre ‘no’ e ‘do’ campo possa parecer mínima ou até excessivamente detalhista, ela não o é.
PORQUE
II- A escolha de uma ou de outra preposição implica desdobramentos e encaminhamentos distintos, vinculados à concepção de mundo, à compreensão de sociedade e de educação, bem como ao entendimento do espaço educativo. Sobre as asserções é correto afirmar que
as duas são falsas.
a primeira é falsa e a segunda é verdadeira.
a segunda é falsa e a primeira é verdadeira.
as duas são verdadeiras, mas a segunda não é uma justificativa correta da primeira.
as duas são verdadeiras, e a segunda é uma justificativa correta da primeira.
O pensamento pedagógico brasileiro foi constituído por correntes diversas que refletem disputas políticas, filosóficas e sociais em torno dos fins da educação. Do escolanovismo ao pensamento freireano, passando pelo tecnicismo e pela pedagogia histórico-crítica, cada tendência deixou marcas nas práticas escolares e nas políticas educacionais do país. Considerando as correntes e tendências do pensamento pedagógico brasileiro e sua relação com a prática escolar, assinale a alternativa correta.
O Manifesto dos Pioneiros da Educação Nova (1932) defendia a escola pública, gratuita e laica como direito de todos, sendo sua proposta de educação ativa e centrada no aluno plenamente adotada nas políticas educacionais do Estado Novo, que incorporou seus princípios ao sistema público de ensino.
Paulo Freire, ao propor a educação como prática da liberdade, critica a "educação bancária" por conceber o aluno como receptor passivo do conhecimento, contrapondo a ela uma pedagogia dialógica em que educador e educando constroem o saber a partir da leitura crítica do mundo.
O tecnicismo pedagógico, introduzido no Brasil nas décadas de 1960 e 1970, representou uma ruptura com a lógica da racionalidade instrumental ao propor que os fins da educação fossem definidos pela comunidade escolar, e não por especialistas externos ao processo de ensino.
A pedagogia histórico-crítica de Saviani convergiu com o pensamento freireano ao subordinar a transmissão do conhecimento sistematizado ao diálogo com a cultura popular, reconhecendo o saber da experiência vivida como ponto de chegada — e não apenas de partida — do processo educativo.


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No contexto da educação brasileira, o movimento conhecido como Escola Nova defendia mudanças nas práticas pedagógicas e na organização escolar. Entre suas principais características, destaca-se:
a centralidade do aluno, a valorização da experiência e o uso de métodos ativos de aprendizagem.
a memorização como eixo principal, com conteúdos organizados de forma rígida e uniforme.
a formação escolar orientada pela repetição de modelos clássicos e pela disciplina verbalista.
a organização do ensino baseada em exercícios padronizados e transmissão unilateral do conhecimento.
Com base na discussão proposta por Saviani (2008), sobre a marginalidade e a relação entre educação e sociedade, assinale a alternativa correta no que se refere à diferença entre as teorias educacionais não-críticas e as crítico-reprodutivistas.
As teorias não-críticas entendem a educação como instrumento de correção de distorções sociais; enquanto as teorias crítico-reprodutivistas a concebem como mecanismo de reprodução das desigualdades e legitimação da marginalização social.
As teorias não-críticas e as teorias crítico-reprodutivistas compreendem a marginalidade como um fenômeno estrutural da sociedade, divergindo apenas quanto ao grau de autonomia atribuído à escola.
As teorias crítico-reprodutivistas defendem que a educação possui ampla autonomia em relação à sociedade, sendo capaz de superar a marginalidade por meio da equalização das oportunidades educacionais.
As teorias não-críticas reconhecem a existência de classes sociais antagônicas e atribuem à educação a função de reforçar a dominação de um grupo sobre outro.
Vem se ampliando na literatura acadêmica brasileira a presença de experiências e discussões da aplicação dos fundamentos das metodologias ativas como estratégia de ensino e de organização de estruturas curriculares em diferentes níveis e modalidades educacionais. Na perspectiva da educação básica, um currículo na Aprendizagem Baseada em Problemas é aquele que:
organiza o processo de ensino a partir da exposição sistemática dos conteúdos previamente selecionados, cabendo aos alunos aplicar, posteriormente, esses conhecimentos em situações práticas previamente definidas pelo professor.
estrutura o currículo com base na sequência lógica e progressiva dos conteúdos disciplinares, utilizando problemas matemáticos como recursos ilustrativos para reforçar conceitos já trabalhados em sala de aula.
apresenta o problema como ponto de partida do processo de ensino e aprendizagem, utilizando-o como eixo estruturante do currículo e do processo metodológico, de modo que a definição dos conteúdos e das estratégias pedagógicas decorra da investigação e da resolução de situações-problema, por meio das quais o conhecimento é construído pelos alunos.
prioriza a transmissão dos conhecimentos essenciais previstos no currículo escolar, adotando metodologias que assegurem a assimilação conceitual antes da proposição de atividades práticas ou situações contextualizadas.
define previamente os conteúdos e os objetivos de aprendizagem, incorporando situações-problema como estratégias complementares de fixação e de avaliação sistemática do conhecimento adquirido pelos alunos.
Durante uma atividade recreativa no parque, a auxiliar Patrícia precisou atender um telefonema pessoal urgente e se afastou momentaneamente do grupo de crianças sob sua supervisão.
Sobre a supervisão de crianças na Educação Infantil, é CORRETO afirmar que:
as crianças podem ficar sozinhas por breves momentos se estiverem brincando tranquilamente.
o profissional pode se ausentar desde que instrua uma criança mais velha a cuidar das demais.
é permitido dar as costas às crianças durante conversas com outros adultos na porta da sala.
em momentos de repouso, as crianças podem ficar sem supervisão constante.
as crianças não podem ficar sozinhas em nenhum momento; se necessário ausentar-se, deve-se solicitar outro profissional.
A Transposição Didática, conceito desenvolvido originalmente por Yves Chevallard, é fundamental para compreender as transformações que o conhecimento sofre até chegar à sala de aula. Assinale a alternativa CORRETA que define o "Saber Ensinado" dentro da cadeia de transposição didática.
O Saber Ensinado é o conhecimento científico transformado e concretizado na prática pedagógica pelo professor, a partir do currículo formal.
O Saber Ensinado é o conhecimento produzido nos laboratórios de pesquisa das universidades, que deve ser transmitido de forma bruta aos alunos do ensino básico para manter o rigor acadêmico.
O Saber Ensinado corresponde exatamente ao conteúdo presente nos livros didáticos, sem qualquer alteração ou interpretação por parte do docente, garantindo a neutralidade científica absoluta.
O Saber Ensinado refere-se exclusivamente ao conhecimento popular que o aluno traz de sua comunidade, o qual deve substituir integralmente o conhecimento científico na escola moderna.


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Sobre Instituições Federais de Ensino Superior (IFES), é incorreto afirmar:
As universidades federais possuem autonomia didático-pedagógica, administrativa e de gestão financeira.
Nas instituições públicas de educação superior, o professor ficará obrigado ao mínimo de oito horas semanais de aulas.
Caberá à União assegurar, anualmente, em seu Orçamento Geral, recursos suficientes para manutenção e desenvolvimento das instituições de educação superior por ela mantidas.
Os Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia (IFs), quando funcionarem em terrenos cedidos pelos estados, mesmo que sejam mantidos via recursos da União, passam a compor o respectivo sistema estadual de educação.
A Pedagogia Tecnicista, consolidada no Brasil durante o regime militar, buscou reorganizar o processo educativo com base nos princípios da racionalidade, eficiência e produtividade, inspirando-se no comportamentalismo de Skinner e na instrução programada. Nessa tendência liberal, a escola é vista como modeladora do comportamento humano através de técnicas específicas, onde o planejamento e o material didático ocupam lugar central, secundarizando a relação professor-aluno. Considerando os pressupostos teóricos e metodológicos do tecnicismo, analise as afirmativas a seguir.
I.O processo de aprendizagem é focado no desempenho observável e mensurável do aluno, priorizando-se a operacionalização dos objetivos instrucionais e o uso de manuais e módulos de autoinstrução.
II.O professor passa a ser um administrador e executor do planejamento, um elo de ligação entre a verdade científica e o aluno, cuja função principal é aplicar corretamente os meios técnicos para garantir a eficiência do ensino.
III.A metodologia tecnicista valoriza o debate crítico e a autogestão pedagógica, incentivando os alunos a questionarem as estruturas sociais e a construírem o conhecimento através da interação dialética com a realidade política.
Está correto o que se afirma em:
I e II apenas.
II apenas.
I e III apenas.
I, II e III.
Segundo a análise de Fonseca (2021) sobre a Educação 5.0, a principal ruptura em relação aos objetivos tradicionais da educação contemporânea ocorre quando:
A escola substitui definitivamente os conteúdos curriculares por atividades mediadas exclusivamente por plataformas digitais.
As habilidades técnicas voltadas ao mercado de trabalho deixam de ser prioritárias em favor da compreensão crítica do que é relevante para a vida em sociedade.
O aprendizado colaborativo passa a ser compreendido principalmente como estratégia para melhorar o desempenho em avaliações externas.
O foco da aprendizagem desloca-se da formação socioemocional para o domínio da lógica de programação.
A transição da informação para a aprendizagem ocorre sem necessidade de reorganização das competências sociais e emocionais.
No livro A reprodução: elementos para uma teoria do sistema de ensino, de Pierre Bourdieu e Jean-Claude Passeron, no Livro 1 - “Fundamentos de uma teoria da violência simbólica”, os autores formulam uma proposição sobre a natureza da ação pedagógica.
Considerando tal proposição, assinale a alternativa que a reproduz literalmente.
Toda ação pedagógica (AP) é objetivamente uma violência simbólica enquanto inculcação, por uma autoridade institucionalmente reconhecida, de um arbitrário cultural socialmente legitimado.
Toda ação pedagógica (AP) é objetivamente uma violência simbólica enquanto imposição, por um poder pedagogicamente autorizado, de um conteúdo cultural definido como legítimo.
Toda ação pedagógica (AP) é objetivamente uma violência simbólica enquanto imposição, por um poder arbitrário, de um arbitrário cultural.
Toda ação pedagógica (AP) é objetivamente uma violência simbólica enquanto transmissão, por um poder arbitrário, de uma cultura dominante.
Toda ação pedagógica (AP) é objetivamente uma violência simbólica enquanto imposição, por uma autoridade pedagógica, de um capital cultural.
Michael W. Apple pauta-se na visão de que, a partir do controle e da diferenciação dos currículos escolares, é possível também controlar e diferenciar as pessoas e as classes. Quanto à abordagem do autor, informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma a seguir e assinale a alternativa com a sequência correta.
( ) As escolas ensinam valores culturais e econômicos.
( ) As escolas cumprem propósitos hegemônicos.
( ) Há relação entre o poder e o controle econômicos e o poder e o controle culturais.
( ) Não existe um currículo oculto, pois os valores capitalistas são explícitos nas práticas escolares.
F – V – V – V.
V – V – V – F.
V – V – V – V.
V – V – F – F.
F – V – F – F.


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As discussões contemporâneas sobre os anos iniciais do Ensino Fundamental desafiam as concepções historicamente consolidadas acerca da função escolar, especialmente no que se refere às formas de articulação entre cuidado, instrução e desenvolvimento integral.
Considerando as proposições da Base Nacional Comum Curricular, da LDB e das Diretrizes Curriculares Nacionais, identifique a alternativa que apresenta, com maior rigor analítico, uma crítica à manutenção de paradigmas fragmentados nos anos iniciais do Ensino Fundamental.
A valorização da interdisciplinaridade nos anos iniciais, tal como preconiza a BNCC, neutraliza os riscos de fragmentação do conhecimento, promovendo a integração curricular com base em projetos de trabalho voltados à autonomia dos estudantes.
O investimento na formação continuada dos docentes dos anos iniciais tem gerado a necessária transição entre modelos pedagógicos centrados na memorização e abordagens mais complexas, o que evidencia o abandono das práticas tradicionais e a consolidação de uma escola investigativa.
A prevalência de propostas centradas na alfabetização técnico-funcional e na antecipação de conteúdos disciplinares revela uma permanência do paradigma do ensino como transmissão, o que fragiliza a dimensão formativa do processo escolar e dificulta a constituição de um sujeito crítico e historicamente situado.
A organização curricular por áreas de conhecimento, adotada nos anos iniciais, permite superar a concepção enciclopédica da escola tradicional, favorecendo a aprendizagem ativa e a construção coletiva dos saberes em sala de aula.
No campo educacional, os modelos de ensino híbrido podem assumir trajetórias sustentadas ou disruptivas. Considerando essa distinção, assinale a alternativa correta.
Modelos como Sala de Aula Invertida e Rotação por Estações configuram-se como disruptivos, pois, embora mantenham elementos presenciais, deslocam o eixo central do ensino para o ambiente digital, alterando a lógica tradicional de organização da aprendizagem.
Modelos como Flex e À La Carte podem ser compreendidos como sustentados, na medida em que ainda dependem de estruturas escolares existentes e não prescindem totalmente da mediação institucional típica da escola tradicional.
Modelos híbridos sustentados aprimoram o sistema tradicional ao integrá-lo ao ensino online, enquanto modelos mais disruptivos tendem a redefinir o funcionamento da sala de aula, inclusive ao se iniciarem, frequentemente, em contextos de não consumo.
A distinção entre modelos sustentados e disruptivos no ensino híbrido é meramente gradual, pois todos os modelos compartilham a mesma finalidade de melhoria da aprendizagem, diferindo apenas em intensidade de uso tecnológico, e não em sua lógica de inserção no sistema educacional.
Ao analisar a articulação entre o contexto histórico das reformas educacionais e a influência do ideário escolanovista, o movimento dos pioneiros da educação no Brasil, expresso no Manifesto de 1932, destaca-se por propor mudanças profundas em relação ao modelo escolar tradicional. Considerando seus princípios pedagógicos, sua concepção de organização escolar e suas propostas para a formação docente, assinale a alternativa que melhor caracteriza esse movimento:
Valorização da memorização e da disciplina rígida como instrumentos para formar cidadãos moralmente ordenados, com ênfase em aulas expositivas e avaliação por reprodução.
Prioridade à doutrinação cívico-religiosa como eixo curricular, com escolas atuando como espaços de uniformização de valores nacionais, em detrimento de metodologias experimentais.
Adoção de modelos tecnocráticos que subordinam o currículo a indicadores de eficiência e padronização, reduzindo a autonomia docente em favor de protocolos administrativos.
Foco exclusivo na formação técnica e profissionalizante desde os primeiros anos, com ênfase em competências utilitárias e articulação direta com o mercado de trabalho.
Defesa de uma educação centrada na criança, com métodos ativos, integração entre teoria e prática, valorização do trabalho coletivo e da formação continuada de professores.
A educação, como prática social, jamais ocorre em um vácuo de neutralidade. Toda proposta de ensino carrega consigo, implícita ou explicitamente, um projeto de sociedade e um projeto de ser humano que se deseja formar. Sendo assim, no Brasil, a partir do final da década de 1960 e durante a década de 1970, a política educacional foi fortemente marcada pela concepção tecnicista de educação.
Dentre os principais aspectos que justificavam a hegemonia dessa concepção no planejamento do ensino brasileira daquela época, destaca-se a(o)
valorização da autonomia docente e a flexibilização dos currículos para atender às diversidades regionais.
subordinação do sistema educacional às demandas do desenvolvimento econômico e do modelo social, na busca pela mão de obra eficiente e produtiva.
superação da fragmentação do conhecimento por meio de práticas interdisciplinares e projetos de extensão comunitária.
descentralização da gestão escolar, transferindo a responsabildade do planejamento técnico para as comunidades locais.
foco na formação humanista e filosófica, priorizando o pensamento crítico e a participação política do educando.
Um estudante com Transtorno do Espectro Autista (TEA) estava passando por sucessivas crises comportamentais graves durante o Atendimento Educacional Especializado (AEE). Preocupado com a recorrência do quadro, o professor de AEE dialogou com a família, que relatou dificuldade em garantir o fornecimento do medicamento prescrito para auxiliar no tratamento das crises.
Diante do exposto e considerando a atenção integral à saúde da pessoa com TEA prevista na Lei nº 12.764/2012, que instituiu a Política Nacional de Proteção aos Direitos da Pessoa com TEA, analise as assertivas a seguir:
I- O professor pode solicitar diretamente à unidade de saúde o fornecimento do medicamento em nome da família, pois sua atuação envolve intermediar o acesso a tratamentos farmacológicos quando necessário ao atendimento educacional.
II- O professor deve orientar a família a procurar o serviço de saúde responsável pelo acompanhamento clínico para garantir o acesso regular ao medicamento prescrito, mantendo a escola articulada às condutas da equipe multiprofissional.
III- Quando houver demora na disponibilização do medicamento, o professor pode autorizar o uso temporário de fármacos equivalentes, desde que tenha conhecimento prévio do histórico clínico do estudante.
É CORRETO o que se afirma em:
I, II e III.
I e II, apenas.
II, apenas.
II e III, apenas.
III, apenas.