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As pessoas com deficiências, no início do século XX, geralmente eram internadas em instituições assistenciais, onde recebiam comida e abrigo, e, em instituições melhores, recebiam também atendimento psiquiátrico e/ou clínico. Com o passar do tempo, percebemos que essa concepção de caráter assistencial foi desaparecendo, e os centros educativos foram se modificando e realizando atendimento às pessoas conforme o tipo de deficiência. Diante dessa mudança de concepção, Heredero (2016) afirma que:
As experiências já realizadas demonstram que a recuperação, justo no momento em que se produz a dificuldade, tem menos sucesso, ou seja, a recuperação simultânea é uma estratégia que precisa ser repensada pelos professores na educação inclusiva.
Não existem duas escolas iguais, o que não impede que uma escola importe um projeto e o coloque sem diferenças.
A escola inclusiva trabalha em equipe, todos na mesma direção, com um trabalho colaborativo que permita reorganizar o conhecimento e adequá-lo às suas condições e características.
A escola inclusiva, para se organizar, deve pensar nos seus recursos e condições em primeiro lugar, portanto, devem os alunos se adaptar à escola, e não o contrário.
Todo esse processo exige muita reflexão e formação, que, na maioria das vezes, deverão vir de fora da escola, não de dentro dela.