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As crianças são diferentes, e cada qual tem sua identidade própria, vive em famílias distintas, provém de comunidades étnicas, ambientes culturais e níveis econômicos diversos. Para aproveitar essa diversidade utilizando as brincadeiras, alguns professores dão sugestões que estão apresentadas a seguir. Assinale aquela que está de acordo com Brinquedos e brincadeiras de creches (BRASIL, 2012).
Cibele planeja o faz-de-conta, simulando com as crianças um salão de cabeleireiro, momento em que, ao pentear o cabelo diante do espelho, as crianças têm consciência da cor de sua pele e do tipo de cabelo, oportunizando reconhecer as diferenças.
Maitê propõe aos alunos uma definição científica do mundo físico ao brincar com eles na água e na terra, auxiliando-os a experimentar situações em que percebem esse mundo através de seus sentidos e ao reconhecer as diferenças ambientais.
Carlos explora os jogos de tabuleiro, brincadeiras com regras que estimulam a competição, prática necessária de ser aprendida pelas crianças pequenas, em função de reconhecerem o ganhar ou perder, facilitando a compreensão das diferenças.
Jonas desenvolve diversas brincadeiras tradicionais e folclóricas separando as crianças por sexo, tamanho e idade, de forma que elas possam participar ativamente com seus pares, uma vez que essa similaridade auxilia a convivência.
Miriam espalha o jogo de encaixe no chão da sala para todas as crianças brincarem e, para evitar conflitos, distribui um punhado de pecinhas para cada criança, incentivando-as a brincarem sozinhas com as suas próprias peças.