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Considere o texto abaixo para responder às questões de nos 39 e 40.
A professora, ao avaliar, é avaliada, coloca-se em contato com o movimento de permanente produção de conhecimento e de desconhecimento, atos entrelaçados no cotidiano escolar. Assim, ao investigar, por meio dos instrumentos e procedimentos de avaliação que vai criando em função da dinâmica peculiar de sua sala de aula, os percursos peculiares de seus alunos e alunas, sabe que se estão confrontando também os seus próprios conhecimentos e desconhecimentos, aprofundando-se em seu próprio trajeto, fazendo opções que levam tanto ao autoconhecimento quanto ao autodesconhecimento.
ESTEBAN, Maria Teresa. Ser professora: avaliar e ser avaliada. In: ESTEBAN, Maria Teresa. Escola, currículo e avaliação. São Paulo: Cortez, 2005. p.34. Adaptado.
A ênfase no resultado, que algumas perspectivas de avaliação defendem, dificulta a percepção do ensino-aprendizagem como um processo dialógico, integrado em um sistema complexo.
Essa configuração faz da aprendizagem
mera reprodução de conteúdos, de acordo com modelos pedagógicos mais progressistas, e, da avaliação, um ato dialógico, demarcado por um processo social de silenciamento dos sujeitos, saberes e culturas periféricos.
mera reprodução de conteúdos, de acordo com modelos pedagógicos que desvitalizam o conhecimento, e, da avaliação, um ato externo, demarcado por um processo social de silenciamento dos sujeitos, saberes e culturas periféricos.
ampla construção de conhecimentos por parte de docentes e estudantes, de acordo com modelos pedagógicos mais progressistas, e, da avaliação, um ato dialético, demarcado por um processo social de silenciamento dos sujeitos, saberes e culturas periféricos.
ampla construção de conteúdos, de acordo com modelos pedagógicos que desvitalizam o conhecimento, e, da avaliação, um ato emancipatório, demarcado por um processo social de enaltecimento dos sujeitos, saberes e culturas periféricos.
ampla construção de conhecimentos por parte apenas dos docentes, de acordo com modelos pedagógicos mais progressistas, e, da avaliação, um ato externo, demarcado por um processo social de enaltecimento dos sujeitos, saberes e culturas periféricos.