Imagem de fundo

As Propostas Pedagógicas para as instituições de Educação...

As Propostas Pedagógicas para as instituições de Educação Infantil devem promover em suas práticas de educação e cuidados, a integração entre os aspectos físicos, emocionais, afetivos, cognitivo/lingüísticos e sociais da criança, entendendo que ela é um ser total, completo e indivisível. Desta forma, ser, sentir, brincar, expressar-se, relaciona-se, mover-se, organizar-se, cuidar-se, agir e responsabilizar-se são partes do todo de cada indivíduo, menino ou menina, que, desde bebês, vão gradual e articuladamente aperfeiçoando estes processos nos contatos consigo próprios, com as pessoas, coisas e o ambiente em geral. Esse é um dos aspectos mais polêmicos dos programas de Educação Infantil, uma vez que se observa, em geral, duas tendências principais em seus propósitos:


A

Ênfase nos aspectos do desenvolvimento da criança, reduzindo suas oportunidades e experiências ao processo de “socialização” e especialização de aptidões em “hábitos e habilidades psicomotoras”, principalmente, e numa visão de treinamento mais “escolarizada” de preparação para uma suposta e equivocada “prontidão para alfabetização e o cálculo”, em especial.


B

Ênfase nos aspectos do desenvolvimento de preparação para uma suposta e equivocada “prontidão para alfabetização e o cálculo”, em especial, e numa visão de treinamento da criança, reduzindo suas oportunidades e experiências ao processo de “socialização” e especialização de aptidões em “hábitos e habilidades psicomotoras”, principalmente.


C

Ênfase nos aspectos do desenvolvimento da criança, aumentando suas oportunidades e experiências ao processo de “socialização” e especialização de aptidões em “hábitos e habilidades psicomotoras” e numa visão de treinamento menos “escolarizada” de preparação para uma suposta e equivocada “prontidão para alfabetização e o cálculo”, em especial.


D

Ênfase nos aspectos do criativismo da criança, aumentando suas oportunidades e experiências ao processo de “socialização” e especialização de aptidões em “hábitos e habilidades psicomotoras”, principalmente, e numa visão de desenvolvimento mais “escolarizada” de preparação para uma suposta e equivocada “prontidão para alfabetização e o cálculo”, em especial.