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Leia o trecho a seguir.
“O currículo é concebido como uma produção social, como um artefato que expressa à construção coletiva daquela instituição e que organiza o conjunto das experiências de conhecimentos a serem proporcionados aos educandos. Essa produção social, portanto, só pode ser pensada e organizada de forma coletiva, por toda a comunidade escolar (AMORIM, 2010, p. 457).”
Sobre as concepções de currículo assinale a alternativa CORRETA.
As teorias tradicionais de currículo são baseadas em modelos tradicionais cuja discussão visam problematizar as instituições de ensino, e os processos de configuração da vida social na sua relação com a construção do currículo e do processo de ensino-aprendizagem.
As teorias críticas do currículo surgem a partir dos movimentos sociais nos anos de 1960. Eles se constituem de abordagens baseadas na perpetuação do modelo de currículo profissional centrado na reprodução do modelo fabril, na reprodução, no monitoramento e no controle rigoroso dos processos de ensino aprendizagem com base na sistematização de um currículo de base hegemônica.
As teorias pós-críticas defendem o reconhecimento da pluralidade cultural e diversidade humana, elaborando uma concepção de currículo que dialoga com as categorias de identidade, alteridade e diferença.
As teorias críticas do currículo colocam-se no lugar da crítica dos conhecimentos até então naturalizados no currículo, entendido, aqui, apenas como conteúdos, objetivos, competências, metodologias, etc., e não como uma práxis pedagógica ligada à dinâmica da vida social, à luta de classes e, portanto, ligado à cultura.