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O enfrentamento da morte é tema fundamental para o profissional da Psicologia em ambiente hospitalar. A morte e todo o estudo da tanatologia precisa passar por variáveis importantes em sua compreensão. “Ainda não se conseguem falar sobre a morte”. Pode-se dizer que a morte é compreendida no ambiente hospitalar em, no mínimo quatro possibilidades, segundo Kovacs (2010).
São formas de compreender a morte, EXCETO:
A morte prevista em tempo previsto faz passar de uma fase aguda a uma fase crônica em um espaço de tempo nítido e compreensivo pela equipe.
A morte prevista em tempo indefinido é típica em doenças crônicas e letais. Nesta fase o espaço de manutenção e sobrevivência podem ser ambíguos.
A morte incerta em tempo previsto pode ser compreendida em grande parte as vezes em cirurgias graves em que não se sabe ao certo onde se poderá chegar. Coloca a psicologia a serviço uma vez que é a possível morte ou processo de morrer pós cirúrgico de um transplante por exemplo.
A morte imprevista em tempo imprevisto. Escleroses múltiplas, e doenças genéticas fazem com que o processo de morte e morrer sejam de fato incertos e ambíguos. Nestes casos os tratamentos e todo o processo de diagnóstico e prognóstico se tornam menos complexos à toda equipe. As dúvidas e as incertezas confortam os quadros de pacientes mais inseguros.