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O delirium ou confusão mental representa uma disfunção aguda do sistema nervoso central, sendo frequentemente encontrado nos pacientes em Unidades de Terapia Intensiva. A respeito deste quadro, de acordo com, é INCORRETO afirmar que:
O sintoma principal do delirium é o distúrbio da consciência (redução da capacidade de responder ao ambiente, com diminuição da atenção), acompanhado de déficit cognitivo (déficit de memória, desorientação e distúrbios na linguagem), não causado por demência atual ou anterior.
Os casos de tipo hipoativo são mais comuns e apresentam diminuição da atividade mental, inatenção e frequentemente não são reconhecidos pelos médicos e enfermeiros.
O tratamento do delirium requer intervenções psicológicas pontuais e urgentes, manejo ambiental, orientações de tempo e espaço, não sendo necessário o uso de medicação neuroléptica.
Quando os pacientes apresentam um quadro de delirium hiperativo, mostram-se agitados e costumam ser identificados com a síndrome da unidade de terapia intensiva ou com a “psicose da UTI”.
O haloperidol e a onlazapina são medicações utilizadas nos quadros de delirium.