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O suicídio é um problema de saúde pública que precisa ser compreendido pelos psicólogos na prática assistencial. Sobre as recomendações técnicas para manejo do risco aumentado de suicídio, segundo Simonette (2011), é CORRETO afirmar que:
Pacientes com depressão melancólica, histórico de doenças psiquiátricas e alcoolistas são erroneamente rotulados como pessoas com maior risco de suicídio, principalmente devido aos estereótipos.
As orientações de retirar os meios disponíveis para atentar contra a vida e controlar o acesso dos pacientes a substâncias químicas não são estratégias viáveis no contexto hospitalar.
O psicólogo, durante o atendimento, deverá tratar os sintomas e manejar o risco de suicídio de forma secundária, segundo as estratégias básicas de psicoterapia.
Para avaliar o risco aumentado de suicídio, é necessário analisar ideação suicida, plano suicida e acesso aos meios para realizar o plano, por serem os únicos critérios que o psicólogo está apto a identificar.
Ao identificar risco aumentado de suicídio no hospital, o psicólogo deverá comunicar, sem nenhum adiamento, ao paciente, os familiares e à equipe de saúde.