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Sobre Qualidade de vida, é incorreto afirmar:
A aferição da qualidade de vida do enfermo torna-se dispensável ao tomar-se qualquer resolução médica, onde o nível subjetivo do paciente não se faz necessário nas decisões terapêuticas, uma vez que fatores somáticos são o foco principal da equipe profissional.
Em seu processo de decisão, o profissional deve ter presente que a compreensão e a avaliação correta dos dados subjetivos do paciente são seus aliados na condução à adesão ao tratamento e a uma ativa participação nos processos de mudança.
O conceito de qualidade de vida é multifatorial e deve incluir cinco dimensões distintas: saúde física, saúde mental, atividades da vida diária, atividades sociais e de lazer e percepções gerais de bem-estar.
Dentre os instrumentos utilizados, pode-se citar o Índice Geral de Bem-estar Psicológico (1984), que compreende 22 itens que geram escores de bem-estar.