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No que se refere ao Psicodiagnóstico, assinale a alternativa INCORRETA (JUREMA, 2000):
O psicodiagnóstico é um estudo profundo da personalidade, que serve de base para tomadas de decisões e conclusões de perícias em áreas, como jurídica, escolar e organizacional.
O psicodiagnóstico derivou da psicologia clínica, foi introduzido por Lighter Witmer, em 1896, criado sobre a tradição da psicologia acadêmica e da tradição médica. No final do século XIX e começo do século XX, foram diferenciados para a psicologia pelos trabalhos de Galton, que introduziu os estudos das diferenças individuais, Castell, que fez os primeiros testes mentais, e Binet, que propôs a utilização de exames psicológicos para auxiliar a avaliação pedagógica.
O processo psicodiagnóstico tem características específicas, com tempo ilimitado para entrevista e aplicação de técnicas e testes que facilitem o diagnóstico, que é feito embasado num modelo teórico específico.
O psicodiagnóstico é diferente de um diagnóstico psicológico, pois envolve um estudo mais profundo da personalidade e a utilização de técnicas e testes psicológicos => esclarecese o motivo manifesto e intui-se o latente.