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Quando falamos de psicodiagnóstico, consideramos INCORRETO:
Na tentativa de compreender o ser humano, diferentes olhares vêm construindo a história do diagnóstico que teve início com a descrição dos afetos e humores passou pelos testes de personalidade e inteligência chegando ao DSM. A partir daí, a importância da reflexão sobre a complexidade da questão do diagnóstico se coloca, deixando espaço para novas possibilidades.
De acordo com ARZENO (1995), psicodiagnóstico é diferente de diagnóstico psicológico, pois todo psicodiagnóstico pressupõe a utilização de testes, enquanto no diagnóstico psicológico esses instrumentos nem sempre são necessários ou pertinentes.
Psicodiagnóstico é um processo científico, ilimitado no tempo, que utiliza técnicas e testes psicológicos (input), em nível individual ou não, seja para entender problemas à luz de pressupostos teóricos, identificar e avaliar aspectos específicos, seja para classificar o caso e prever seu curso possível, comunicando os resultados (output), na base dos quais são propostas soluções, se for o caso (CUNHA, 2000, p.26).
O objetivo do processo psicodiagnóstico, segundo OCAMPO (1981), é descrever e compreender a personalidade total do paciente, os aspectos do passado, presente e futuro. É um processo limitado no tempo que enfatiza a investigação dos sintomas e as características da indicação, por meio de técnicas, como: entrevista semidirigida, técnicas projetivas, entrevista de devolução.